Foto: Carlos Moraes

Há três semanas do Círio de Nazaré a saudade do encontro com os irmãos nas ruas, a caminhada com os pés no chão, o olhar que cumprimenta o outro em nome da fé é grande.

Afinal é a maior festa do povo paraense, é o natal antecipado, onde o menino Jesus já chega no colo de sua mãe Maria que literalmente navega pelas ruas de Belém.


Esse é o segundo ano do Círio em tempos de pandemia e com a programação modificada a caminhada vai ter que ser feita no coração. A renovação da fé, vai ser na confraternização em família e a imagem peregrina, vai olhar pelos filhos à distância, para evitar grandes aglomerações.

Mesmo sem as procissões a Cruz Vermelha se prepara para atuar no segundo Círio da pandemia. Cerca de 700 voluntários vão estar nas ruas no segundo domingo de outubro para atender pessoas que irão pagar promessas em sacrifício extremo ou aquelas que passem mal durante a participação das celebrações.

Preparem os corações, é Círio outra vez.