Derrota, derrota e derrota: é essa a situação atual do Clube do Remo no Campeonato Brasileiro Série C. A equipe comandada por Gustavo Morínigo vacilou novamente e perdeu para o Botafogo-PB, no último domingo (5). O que já não estava bom, piorou, e a torcida do clube decidiu agir, com protestos na noite de ontem e no início da tarde desta segunda-feira (6).

Ainda no domingo, após a partida, em meio a chuva que atingiu Belém, alguns torcedores foram até o Estádio Banpará Baenão e jogaram diversos ovos nas dependências do Leão. Hoje, após a chegada dos jogadores no Aeroporto Internacional de Belém, houve mais protestos.




Entre palavrões e ameaças, os atletas precisaram ir rápido para o ônibus, aceitando todas as críticas ferrenhas de dezenas de torcedores que esperavam a equipe no local.

O grande temor é que o roteiro do ano passado, quando a equipe perdeu os quatro primeiros jogos, sob o comando do então treinador Ricardo Catalá, e brigou para não ser rebaixado durante toda a competição. Neste ano, já foram três, para mais uma, do jeito que a equipe está atuando, o risco é gigante.

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Desta vez, Morínigo já está na “corda bamba”. Diretoria e comissão técnica devem se reunir na tarde de hoje para saber o destino do comandante Azulino, já que o grande entrave é a multa rescisória do profissional, alta demais para o que o clube tem hoje.

Curiosamente, no próximo domingo, o Leão enfrenta o Floresta, clube com quem divide a lanterna da Série C, ficando atrás somente pelo saldo de gols, já que o Verdão da Vila foi goleado por 4 a 1 pela Ferroviária. Será a chance do Filho da Glória e do Triunfo respirar, ou afundar de vez em um poço que parece não ter fim.

Como disse executivo de futebol Azulino Sérgio Papellin logo que chegou em Belém: “jogador ruim uma hora vai fu*** contigo” – parece que esse momento chegou.

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