O empate por 1 a 1 entre Clube do Remo e Chapecoense, na noite do último domingo, 2, no Estádio Baenão, pela 35ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, repercute bastante e não apenas pelo gol no último lance.

O meia Giovanni Augusto, da equipe catarinense, provocou o Leão Azul ao fim da partida, afirmando que a Chape se sentiu em casa em Belém e que o peso da camisa adversária não foi motivo de preocupação.

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Capitão e camisa 10 da Chape, o jogador nasceu em Belém e tem vasta rodagem no futebol brasileiro, por clubes como Corinthians, Vasco, Atlético Mineiro, Goiás, Coritiba e é cria da base do Paysandu, onde jogou até os 19 anos. Para ele, o Remo não tem tradição, ao contrário do Papão.

“Na minha opinião, poderíamos conseguir um placar melhor, até pelo que apresentamos no jogo. Sabemos que nesta reta final a camisa pesa, a tradição fala mais alto, por isso sabíamos que tínhamos totais condições de vir aqui fazer um grande jogo contra a equipe do Remo. Por exemplo, se fosse a camisa do Paysandu, que com certeza é muito mais pesada, seria muito mais difícil, mas se tratandodo Remo, não tem tradição. A verdade é que nos sentimos em casa”, destacou.


Giovanni ainda disse que, pelo volume de jogo apresentado, a Chapecoense “poderia ter vencido com tranquilidade”. O meia destacou o ponto conquistado como importante na briga pelo acesso. Agora, restam apenas três rodadas e a Chape segue na vice-liderança.

“Nossa equipe buscou o gol do início ao fim do jogo. Poderíamos ter vencido tranquilamente por tudo o que apresentamos, mas se não dá para ganhar, também não perde. É um ponto importante. Vamos seguir com os pés no chão, humildade, pois ainda temos muito campeonato pela frente”, completou.

Com o empate, Chapecoense e Remo chegaram aos 58 pontos, com o time catarinense levando vantagem nos critérios de desempate e permanecendo em segundo. O Leão segue em terceiro, firme na briga pelo acesso à Série A.

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