O Brasil concluiu na noite da última terça-feira (9), em El Alto, na Bolívia, a pior campanha da história nas Eliminatórias da Copa do Mundo. A Seleção terminou apenas na quinta posição, algo que, em formatos anteriores, obrigaria a disputar uma repescagem internacional.

A mudança feita pela FIFA, no entanto, salvou o time de uma pressão extra. A entidade decidiu ampliar a Copa do Mundo de 32 para 48 seleções a partir de 2026, edição que será disputada em conjunto por Canadá, Estados Unidos e México.


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Com o aumento de vagas, a América do Sul passou a ter seis lugares diretos. Assim, Argentina, Equador, Colômbia, Uruguai, Brasil e Paraguai já estão garantidos no Mundial. A Bolívia, em sétimo, disputará a repescagem.

Se ainda vigorasse o formato anterior, o Brasil teria que encarar um confronto de mata-mata contra um representante da Oceania. Isso colocaria em risco a marca histórica de ser o único país presente em todas as Copas desde 1930.

O desempenho desta vez superou negativamente até mesmo a campanha do ciclo que antecedeu o Mundial de 2002, considerado até então o mais conturbado. Apesar da vaga assegurada, o caminho até 2026 deixou sinais de alerta para o futuro da Seleção.

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