No fim de semana, antes mesmo que a bola rolasse, a tensão subiu nos bastidores do futebol brasileiro. Entre torcedores, dirigentes e especialistas, comentava-se uma disputa que vai muito além das quatro linhas: o bloqueio de pagamentos da Liga do Futebol Brasileiro (Libra), por parte do Flamengo, gerou uma onda de críticas de outros grandes clubes.

Flamengo, Palmeiras, Santos e São Paulo se viram no centro de um conflito judicial após o Rubro-Negro entrar com ação que conseguiu suspender a distribuição de R$ 77 milhões referente a uma parcela do contrato de pay-per-view da Libra com a Globo. O clube alegou prejuízos decorrentes do contrato firmado em 2024, na gestão de Rodolfo Landim.

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“O Flamengo reafirma que sua luta é para que sua representatividade seja respeitada, que as decisões da Libra sejam tomadas dentro das regras previstas no Estatuto e da Lei e que a história e o valor de cada clube sejam reconhecidos pelos seus méritos, de forma justa e equilibrada”, destacou o clube em nota oficial.

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NOTAS DE REPÚDIO

Horas depois, Palmeiras, Santos e São Paulo se manifestaram criticando a postura da diretoria carioca, liderada por Luiz Eduardo Baptista, o Bap. Em comunicado, o Verdão declarou: “A Sociedade Esportiva Palmeiras manifesta repúdio à conduta da atual gestão do Clube de Regatas do Flamengo, que, por meio de liminar concedida pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, travou o repasse de R$ 77 milhões referente a uma das parcelas do contrato firmado entre a Libra (Liga do Futebol Brasileiro) e a TV Globo sobre os ganhos com o pay-per-view.”

O clube paulista acrescentou ainda: “A postura prepotente e dolosa da atual gestão do Flamengo, infelizmente, não surpreende. Trata-se do mesmo grupo político que, no início do ano, recusou-se a assinar o manifesto da Libra que cobrava providências no combate ao racismo nos gramados sul-americanos.”


O São Paulo, por sua vez, reforçou que a diretoria rubro-negra “parece não compreender que é responsável pelos contratos herdados” da gestão anterior. Segundo o Tricolor, a ação do Flamengo “não é condizente ao seu passado grandioso e tem como intenção atrapalhar financeiramente o futebol brasileiro, sendo que os clubes necessitam desta verba para o custeio”.

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