Com o maior evento climático do planeta sediado em Belém, a COP30, milhares de pessoas de várias partes do mundo vem a capital paraense discutir apenas as questões climáticas. No evento, a inclusão também está no radar das pautas centrais não apenas nas mesas de debate, mas sobretudo na prática e principalmente no cuidado com cada participante.

A equipe é formada por duas coordenadoras e cinco assessores distribuídos pelos espaços da conferência. Uma delas é a pesquisadora Lianne Pimenta, doutoranda em Ciências Ambientais pela Universidade do Estado do Pará (UEPA), que atua como assessora de acessibilidade.


 Ela explica que o trabalho começou ainda antes da Cúpula de Líderes, fase preparatória da conferência, e envolve desde o empréstimo de equipamentos até o acompanhamento individual de participantes com deficiência ou mobilidade reduzida. “Estamos responsáveis por todo o suporte de acessibilidade. Fazemos o empréstimo de cadeiras de rodas, abafadores para pessoas neurodivergentes, óculos de proteção visual para pessoas fotossensíveis e prestamos informações de acesso, inclusive de pontos externos até dentro do evento”, detalha Lianne.

ENTENDA COMO FUNCIONA E TER ACESSO AO SERVIÇO

O serviço funciona de forma bem simples: o participante que precisar de algum tipo de suporte deve se dirigir ao balcão de acessibilidade, informar a necessidade e preencher um formulário de controle. Em caso de necessidade de algum tipo de equipamento, por exemplo, o mesmo é emprestado durante o dia e devolvido ao final. “Se a pessoa tiver mobilidade reduzida, existe um ponto de embarque e desembarque no estacionamento do Tribunal de Justiça, de onde ela pode ser conduzida até o local do evento”, explica.

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