O atacante Nicolas, ex-Paysandu, voltou a encarar o Clube do Remo, desta vez defendendo as cores do Criciúma. Em 25 jogos contra o Remo, ele marcou 10 gols, sendo 9 apenas pelo Papão.
O feito deu ao Cavani da Amazônia o título de maior artilheiro do Clássico no século XXI. E como manda a boa e velha rivalidade do futebol, ele, que é ídolo bicolor, não deixou de provocar o rival após a vitória do Tigre Catarinense.
“Na Amazônia quem manda é o Tigre”, provocou após triunfo por 1 a 0
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O centroavante esteve no Paysandu por quatro temporadas, onde se tornou o terceiro maior goleador do século com 67 gols. Ele destacou o clima intenso da partida no Mangueirão e o desafio físico de atuar na capital paraense.
“Eu aqui me sinto muito em casa, me sinto muito à vontade. Tinha esquecido como era quente aqui. No segundo tempo senti bastante. Sofremos no primeiro tempo. Talvez o Remo tenha sido melhor que nós na primeira etapa, mas no segundo tempo soubemos jogar o jogo e fomos competentes na hora de fazer o gol”, disse Nicolas.
O atacante ressaltou a postura letal do Criciúma na única chance clara que teve, mesmo de pênalti, e a importância de aproveitar as oportunidades para garantir o resultado positivo.
“Não vou dizer que jogamos pelo empate. A gente vem sendo letal. Às vezes não estamos tendo muitas oportunidades e quando temos matamos o jogo. Tínhamos tido uma oportunidade com o Borasi e acabamos não matando. Depois, tivemos o pênalti e fomos competentes. Nos defendemos bem, o Alisson estava em uma noite maravilhosa, fez um grande jogo e aí a gente leva os 3 pontos”, completou.
Com a vitória, o Tigre chegou aos 39 pontos, segue se consolidando no G-4 e abriu quatro pontos de diferença para o Clube do Remo, que pode terminar a rodada na nona colocação.