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Ex-Remo, Marcos Braz fica sem vaga nas eleições do Rio

Ex-executivo de futebol do Leão recebeu 18.305 votos pelo PSDB, mas ficou fora das vagas destinadas ao estado na Câmara dos Deputados. Outros nomes conhecidos do esporte também não conseguiram se eleger ou renovar mandatos. O ex-executivo de futebol do Clube do Remo, Marcos Braz, não conseguiu se eleger deputado federal pelo Rio de Janeiro nas Eleições 2026.

Candidato pelo PSDB, o dirigente recebeu 18.305 votos, mas não alcançou uma das vagas destinadas ao estado na Câmara dos Deputados. A passagem de Braz pelo futebol paraense ainda é recente. O dirigente foi anunciado pelo Remo em maio de 2025, após a saída de Sérgio Papellin, e assumiu o comando do departamento de futebol durante a campanha do clube na Série B.

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Durante a passagem pelo Baenão, Marcos Braz participou da reformulação do elenco que terminou com o acesso do Remo à Série A de 2026, encerrando um período de mais de três décadas do clube fora da elite do futebol brasileiro. O clube chegou a anunciar a continuidade do dirigente após o acesso, mas o vínculo foi encerrado no início de 2026.

A saída foi oficializada em 25 de janeiro, após uma reunião entre Braz e a diretoria azulina. Segundo o Remo, a decisão ocorreu em comum acordo. Na ocasião, o clube informou que o ex-executivo continuaria colaborando em “demandas nacionais”. Antes de trabalhar no Pará, Marcos Braz ganhou projeção nacional como vice-presidente de futebol do Flamengo, onde participou de um período vitorioso da equipe carioca.

Outros nomes do futebol também ficam fora

Marcos Braz não foi o único nome ligado ao esporte a terminar as eleições de 2026 sem mandato. No Rio de Janeiro, o ex-atacante Edmundo, também candidato pelo PSDB, recebeu 35.725 votos e não foi eleito deputado federal. Eduardo Bandeira de Mello, ex-presidente do Flamengo, teve 37.535 votos e não conseguiu a reeleição para a Câmara. Donizete Pantera e Rodrigo Dinamite também não foram eleitos.

Luxemburgo e Marcelinho Carioca também não são eleitos

No Tocantins, o ex-técnico Vanderlei Luxemburgo disputou uma vaga no Senado pelo Podemos. Ele recebeu 67.987 votos, o equivalente a 4,11%, mas não conseguiu se eleger. No Distrito Federal, o ex-jogador Marcelinho Carioca também ficou fora do Legislativo. Candidato a deputado distrital, recebeu pouco mais de 2,4 mil votos.

Leila Barros, a Leila do Vôlei, também não conseguiu renovar o mandato de senadora pelo Distrito Federal. Ex-jogadora de vôlei, ela recebeu 686.340 votos, ou 21,25%, e terminou na terceira colocação. As duas vagas ficaram com Michelle Bolsonaro e Bia Kicis.

São Paulo concentra outros candidatos ligados ao esporte

Em São Paulo, o ex-atacante Luís Fabiano disputou uma vaga na Câmara dos Deputados pelo MDB e recebeu pouco mais de 9 mil votos. Finazzi, ex-Corinthians, também pelo MDB, não conseguiu se eleger deputado estadual, com menos de 2 mil votos. Felipe Sertanejo, Felipe Franco, Sérgio, Dinei e Julinho Casares também ficaram fora das disputas que participaram no estado.

Danrlei é reeleito no Rio Grande do Sul

Entre os nomes ligados ao futebol, Danrlei foi um dos que conseguiu garantir a permanência no Congresso. Ex-goleiro do Grêmio, Fluminense e Atlético-MG, ele foi reeleito deputado federal pelo PSD no Rio Grande do Sul, com mais de 105 mil votos. Já Cléo Hickmann, ex-meia que defendeu Internacional, Flamengo e Palmeiras, não conseguiu uma vaga na Câmara. Candidato pelo PDT, recebeu pouco mais de 400 votos.

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